Kalama Sutta

Kalama Sutta
The people of Kalama asked the Buddha who to believe out of all the ascetics, sages, venerables, and holy ones who, like himself, passed through their town. They complained that they were confused by the many contradictions they discovered in what they heard. The Kalama Sutta is the Buddha’s reply.

– Do not believe anything on mere hearsay.
– Do not believe in traditions merely because they are old and have been handed down for many generations and in many places.
– Do not believe anything on account of rumors or because people talk a a great deal about it.
– Do not believe anything because you are shown the written testimony of some ancient sage.
– Do not believe in what you have fancied, thinking that, because it is extraordinary, it must have been inspired by a god or other wonderful being.
– Do not believe anything merely because presumption is in its favor, or because the custom of many years inclines you to take it as true.
– Do not believe anything merely on the authority of your teachers and priests.
– But, whatever, after thorough investigation and reflection, you find to agree with reason and experience, as conducive to the good and benefit of one and all and of the world at large, accept only that as true, and shape your life in accordance with it.

The same text, said the Buddha, must be applied to his own teachings.

– Do not accept any doctrine from reverence, but first try it as gold is tried by fire.

Anos de Bailado e Natação

O bandido solitário tem no crime o coração
Traz do roubo o seu salário
Paga caro a paixão.

O bandido solitário tem uma bala no canhão
Vai metê-la no diabo
Já deitado no caixão.

O bandido solitário tem a fúria de um cão
E anda às voltas pelas ruas
Com a alma pela mão.

O bandido solitário só faz folga para foder,
Escolhe sempre as mais feias,
Gosta de beijar sem ver.

E a mulher que o quiser tem de ouvir esta canção,
E a mulher que o quiser,
Farto peito, grande língua, anos de bailado e natação.

Foi um dia apanhado a roubar uma espanhola,
Ficou tudo admirado
E tiraram-lhe a pistola.

E a pistola era tola, só servia para espirrar,
Carregando numa mola
Não servia para matar.

E a mulher que o quiser tem de ir para a prisão,
E a mulher que o quiser,
Farto peito, grande língua, anos de bailado e natação.

E a mulher que o quiser tem de ir para a prisão,
A mulher que o quiser,
Farto peito, grande língua, anos de bailado e natação.

Música de Mundo Cão
Letra de Valter Hugo Mãe