E o mar bate na rocha repetidamente num entardecer frio. O mar insiste na maré que nunca acaba, seguindo o ciclo eterno até que a pedra fique areia.
E o mar bate na rocha repetidamente num entardecer frio. O mar insiste na maré que nunca acaba, seguindo o ciclo eterno até que a pedra fique areia.
Se você disser que eu desafino, amor Saiba que isso em mim provoca imensa dor Só privilegiados tem ouvido igual ao seu Eu possuo apenas ...
Ao olhar-te, sinto a tua força desperdiçada num eterno ribombar de ondas e marés, mas que são a melodia que me tira a dor das ...
Esta entrada foi publicada a Domingo, Fevereiro 6, 2005 às 1:42:45 e registada na categoria Visão. Poderá seguir os comentários a esta entrada através deste RSS 2.0 feed. Pode deixar um comentário, ou um trackback do seu site.
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