Teoria do Búfalo

Foi sem dúvida um Sábado diferente. Ainda a ressabiar de uma noite agitadíssima, eis-me madrugador, com muitas horas de sono é dívida e neurónios ainda motivados a Gurosan, a tentar pedalar.

O que seria um fim-de-semana desportivo, tornou-se uma festa de encontro de novos amigos num local solarengo e místico, onde as ondas chocavam intensamente contra as rochas formando fogos de artificio de espuma. R. é um polo dinamizador, um carisma e encanto a que só se pode devolver genuína amizade. Assim como aos amigos que foram chegando ao longo da tarde dos mais variadas e longínquas origens. Subitamente tudo se tornou uma tarde de copofonia de loiras de esplanada… estilo Chopp.

A noite foi o reverso da medalha, em que os neurónios deram tilt apesar de estar com o irmanzito das ilhas a ver o nosso glorioso a portar-se miseravelmente. Depois de anoitecer tudo se tornou absurdamente mau!

Acho que a teoria do Búfalo, em que os neurónios mais fracos são abatidos primeiro, – neste caso através de uma analogia precária relativa à bebida – é mesmo uma piada de mau gosto. Nesta semana sinto que só os meus búfalos-neurónios mancos continuam a correr nas pradarias de uma mente incendiada. O resto da manada ou já tem as peles a secar ou pôs-se a monte

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