Viajar é um estado de espírito

Viajar é um estado de espírito. Mais que um capricho de lazer e uma fuga à nossa vida de formiguinhas patetas programadas para viver para a colónia e viver junto ao seu ninho. Quando buscamos novas paragens a nossa capacidade de adaptação e de sobrevivência estimulando a nossa massa cinzenta e apura os nossos sentidos. Ficamos mais alertas sem sentirmos o stress que nos consome a mente e corpo, a ponto de
vivermos em função dele.
Faz mais de 4 anos que estive 2 semanas em Fortaleza numa altura que o timing era o certo e onde encontrei muitas ondas de paixão com uma mulatinha carinhosa de nome Larisa ou algo parecido. Foi nessa mesma praia, do Futuro agora conhecida pelos desgraçados que encontraram o cimento. Mesmo assim quero voltar ao mar verde-escuro e voltar a navegar numa jangada vendo ao longe as dunas da praia de Cumbuco, beber suco de caju com guaraná durante o dia e caipirinha de morango na praia de Iracema. Ir no Mucuripe Club tomar shopps ou suco de mar toda a noite.
Viajar é preciso