Dezembro 7, 2001

Vem aí o solstício de

Ando com alguma preguiça em . Creio que esta altura do ano, quando se aproxima o solstício de me torna sempre mais mole e apático.

Estou a ler compulsivamente outra vez. Faz anos que me tinha afastado da literatura, para grande desgosto meu, mas eis que descobri as saborosas obras de Paulo Coelho, que com uma linguagem , nós dá uma realidade cheia de para a alma e delicia a mente. Depois do “O alquimista” li o “Díario de um Mago” de forma frenética, e quero mais.

Enquanto isso, o Outono apesar de frio revela-se agora solarengo, chegando a ser enternecedor. Estou contemplativo, sereno, mas não melancólico, embora saiba que o vulcão de energia e -que-Consome esteja prestes a explodir, com furor, sagacidade e coragem.

O meu mano chega amanhã com a sua companheira para umas pequenas , qual imigrante. Vai ficar em minha casa apesar do gelo que deve estar por lá. É intraduzivel em palavras a força que uma amizade tão profunda e duradoura que mantemos. Sou um felizardo pois sei que os laços de fraternidade que construí não são raros, nem se esbatem com o ou a distância. E como me escreveu este adorável meliante:

“Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrera de solidão; poderá morrer de saudades mas nunca estará só.”