Junho 23, 2006

A reabertura dos tempos de lazer foi no mínimo interessante. O facto de me ter dedicado pela segunda vez na minha ao radical do campismo, e na companhia do veteraníssimo , tornaram uns dias que seriam à priori de dolce fare niente de pasmaceira numa inestimável experiência e de lazer pacato.

Tomar rumo ao sul sem chegar a latitudes pavorosas, montar o barraco e comprar a múmia que me havia esquecido de trazer fizeram-me bem, e apesar do tempo estar pavoroso para radicais, foi um quality time de cavaqueira, VTES, companheirismo, formigas e dormir no chão.

Em última análise foi importante de ares, estar longe de um volante visitar locais quase de forma aleatória sem preocupações de tempo ou , apenas me deixando relaxar com a amizade e a Nikon para saborear a passagem das horas. Nos longos diálogos as conversas intransigentes e inteligentes deambularam desde o sentido da , ao cortar nas casacas e a inocência perdida que reina no campo de batalha dos trintões, e como não podia deixar de ser – na história universal. Uma salada de fruta intelectual que me levou a ter sestas ou quase-sestas. Assim a espera foi e não custou tanto no início. É bom ter alguém com quem contar.