Letras e Poemas

Relembrando a doçura das palavras ditas ou cantadas

The end of the earth is upon us.

Pretty soon it’ll all turn to dust.

So get up. Forget the past.

Go outside and have a blast.

Go a thousand miles in a jet airplane.

Go out of your mind go insane.

To a place you never been before.

Eat ice cream our you’ll lick the floor.

‘Cause, the end of the earth is upon us.

Pretty soon it’ll all turn to dust.

Goodbye my friends.

Goodbye world.

I’ll see you in the next life

letra de Ithaka


“If you’re going to try, go all the way.
Otherwise, don’t even start.
This could mean losing girlfriends, wives, relatives and maybe even your mind.
It could mean not eating for three or four days.
It could mean freezing on a park bench.
It could mean jail.
It could mean derision.
It could mean mockery — isolation.
Isolation is the gift.
All the others are a test of your endurance, of how much you really want to do it.
And, you’ll do it, despite rejection and the worst odds.
And it will be better than anything else you can imagine.
If you’re going to try, go all the way.
There is no other feeling like that.
You will be alone with the gods, and the nights will flame with fire.
You will ride life straight to perfect laughter.
It’s the only good fight there is.”

Charles Bukowski

“Sou marujo, mestre e monge,
Marujo de águas paradas,
Mas que levam os navios
às terras por mim sonhadas.

Também sou mestre de escola,
Em que toda a gente cabe,
Se depois de estudar tudo
sentir bem que nada sabe.

Mas nem terra ou mar me prendem.
E para voar mais longe,
do mosteiro que não houve,
E não haja, me fiz monge.”

Agostinho da Silva


Não sei se estão a ver aqueles dias em que não
acontece nada, a não ser o que o que aconteceu e não aconteceu
E do nada há uma luz que se acende.
Não se sabe se vem de fora ou se de dentro, apareceu
E dentro da porção da tua vida, é a ti
que cabe o não trocar nenhum futuro pelo presente
O fazer face à face que se teve até ali
Ausente presente
Vê lá o que fazes, há
tanto a fazer
Fazes que fazes
Ou pões sementes a crescer?
Precisas de água, a
Terra também
Ventos cruzados
E o sol e a chuva que os detém
Vivida a planta
Refeita a casa
É espaço em branco
Tempo de o escrever
E abrir asa
E a linha funda, na
palma da mão
Desenha o tempo então
Mas há linhas de água que cruzas sem sequer notares, e
oh, estás no deserto e talvez no oásis, se o olhares
E não há mal e não há bem que não te venha incomodar
Vale esse valor? É para vender ou comprar?
Mas hoje, questões éticas? Agora? Por favor…
Que te iam prescrever a tal receita para a dor
Vais ter que reciclar o muito frio e o muito quente
Ausente presente
Vê lá o que fazes, há
tanto a fazer
Fazes que fazes
Ou pões sementes a crescer?
E a linha funda, na
palma da mão
Desenha o tempo então
‘Um curto espaço de tempo’
Vais preenchê-lo com o frio da morte morrida
Ou o calor da vida vivida?
Não queiras ser nem um exemplo, nem um mau exemplo, por si só
Há dias em que é grão da mesma mó
E a senha já tirada, já tardia do doente
Dez lugares atrás, e pouco a pouco, à frente
E cada um falar-te das histórias da sua vida
Feliz, dorida
Vê lá o que fazes, há
tanto a fazer
Fazes que fazes
Ou pões sementes a crescer?
Precisas de água, a
Terra também
Ventos cruzados
E o sol e a chuva que os detém
Vivida a planta
Refeita a casa
É espaço em branco
Tempo de o escrever
E abrir asa
E a linha funda, na
palma da mão
Desenha o tempo então
E explicaram-te em botânica, uma espécie que não muda
a flor do fatalismo, está feito
E se até dá jeito alterar só por hoje o amanhã
Melhor é transfigurar
o amanhã com todo o hoje
E as palavras tornam-se esparsas
Assumes
Fazes que disfarças
Escolhes paixões, ciúmes
Tragédias e farsas
E faças o que faças
Por vales e cumes
Encontras-te a sós, só
Grão a grão acompanhado e só
Grão da mesma mó
Grão da mesma mó

Compositores: Sergio de Barros Godinho / David Fonseca

Charades pop skill
Water hyacinth
Name by a poet
Imitation of life

Like a koi in a frozen pond
Like a goldfish in a bowl
I don’t want to hear you cry

That sugar cane that tasted good
That cinnamon, that’s Hollywood
Come on, come on
No-one can see you try

You want the greatest thing
The greatest thing since bread came sliced
You’ve got it all
You’ve got it sized

Like a Friday fashion show
Teenager cruising in the corner
Trying to look like you don’t try

That sugar cane that tasted good
That cinnamon, that’s Hollywood
Come on, come on
No-one can see you try

No-one can see you cry

That sugar cane that tasted good
That’ freezing rain, that’s what you could
Come on, come on
No-one can see you cry

This sugar cane, this lemonade
This hurricane, I’m not afraid
Come on, come on
No-one can see me cry

This lightning storm, this tidal wave
This avalanche, I’m not afraid
Come on, come on
No-one can see me cry

That sugar cane that tasted good
That’s who you are, that’s what you could
Come on, come on
No-one can see you cry

That sugar cane that tasted good
That’s who you are, that’s what you could
Come on, come on
No-one can see you cry

R.E.M.

Floating to the edge of the world
Floating to the edge of the sea
Floating off the edge of the ocean
Out into the galaxy
Floating to the edge of the world
Floating to the edge of the sea
Floating off the edge of the ocean
Out into the galaxy
An apparition
Of twilight visions
A final mission
Of superstition
Reactivated
Now automated
Appropriated
Investigated
Global tectonics
Psycho robotic
Plasma bionic
Bred supersonic
A new translation
For integration
Your invitation
G-L-O-R-I-A
Floating to the edge of the world
Floating to the edge of the sea
Floating off the edge of the ocean
Out into the galaxy
Floating to the edge of the world
Floating to the edge of the sea
Floating off the edge of the ocean
Out into the galaxy
Hyper creation
Or reinvention
Love and affection
Gaining attention
United Nations
Interrelations
A declaration
Of hypertension
Emerging summits
Pre-emptive plummet
We drop atomic
To shooting comets
The controversial
Ultra commercial
Now universal
G-L-O-R-I-A
Floating to the edge of the world
Floating to the edge of the sea
Floating off the edge of the ocean
Out into the galaxy
Floating to the edge of the world
Floating to the edge of the sea
Floating off the edge of the ocean
Out into the galaxy
Floating to the edge of the world
Floating to the edge of the sea
Floating off the edge of the ocean
Out into the galaxy
Floating to the edge of the world
Floating to the edge of the sea
Floating off the edge of the ocean
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Out into the galaxy
Letra e música de Midnight Juggernauts

What holds your hope together,
Make sure it’s strong enough
When you reach the end of your tether
It’s because it wasn’t strong enough,
I was going to drown,
Then I started swimming
I was going down,
Then I started winning
Winning – winning

When you’re on the bottom
Crawl back to the top
Something pulls you up,
and a voice you can’t stop,
I was going to drown,
Then I started swimming,
I was going down
Then I started winning
Winning – winning

The Sound

Choose life
Choose Facebook, Twitter, Instagram and hope that someone, somewhere cares
Choose looking up old flames, wishing you’d done it all differently
And choose watching history repeat itself
Choose your future
Choose reality TV, slut shaming, revenge porn
Choose a zero hour contract, a two hour journey to work
And choose the same for your kids, only worse, and smother the pain with an unknown dose of an unknown drug made in somebody’s kitchen
And then… take a deep breath
You’re an addict, so be addicted
Just be addicted to something else
Choose the ones you love
Choose your future
Choose life”

O bandido solitário tem no crime o coração
Traz do roubo o seu salário
Paga caro a paixão.

O bandido solitário tem uma bala no canhão
Vai metê-la no diabo
Já deitado no caixão.

O bandido solitário tem a fúria de um cão
E anda às voltas pelas ruas
Com a alma pela mão.

O bandido solitário só faz folga para foder,
Escolhe sempre as mais feias,
Gosta de beijar sem ver.

E a mulher que o quiser tem de ouvir esta canção,
E a mulher que o quiser,
Farto peito, grande língua, anos de bailado e natação.

Foi um dia apanhado a roubar uma espanhola,
Ficou tudo admirado
E tiraram-lhe a pistola.

E a pistola era tola, só servia para espirrar,
Carregando numa mola
Não servia para matar.

E a mulher que o quiser tem de ir para a prisão,
E a mulher que o quiser,
Farto peito, grande língua, anos de bailado e natação.

E a mulher que o quiser tem de ir para a prisão,
A mulher que o quiser,
Farto peito, grande língua, anos de bailado e natação.

Música de Mundo Cão
Letra de Valter Hugo Mãe

Voltei com a mesma fome
Ai como andara enganado
A quem renega o seu fado
Nem o céu lhe sabe o nome

Não achei o paraíso
E sei que tudo é pequeno
Mas no teu rosto sereno
É cada ruga um sorriso

Encontro as flores outra vez
O sol perguntou por mim
E foi sobre o meu jardim
Que uma nuvem se desfez

Na firme paz de quem ama
Acabei o meu desatino
Vejo os sonhos de menino
Á roda da minha cama

Adeus ó ilhas desertas
Velas Á raiva do vento
A cadeira em que me sento
É as minhas descobertas

Nem mesmo o teu fumo quero
Meu cachimbo de Xangai
Agora que já sou pai
No meu filho é que me espero

Ó sombra da minha sorte
Que traí com cem mulheres
Podes vir quando quiseres
Senhora da Boa Morte

Medeiros/lucas – Mar Aberto,