Mensagens
The Master allows things to happen.
The Master allows things to happen.
She shapes events as they come.
She steps out of the way
and lets the Tao speak for itself.
Running
The greatest battle is not physical; but psychological. The demons telling us to give up when we push ourselves to the limit can never be silenced for good. They must always be answered by the quiet; the steady dignity that simply refuses to give in … Courage. Keep going.
Corro logo…
15km – um desafio ao virar da esquina
Gasto calórico aproximado: 900Cal
1 dose de Feijoada à transmontana (~500g)
1 Pizza pequena fiambre e queijo ou havaina (318g)
1 cheeseburger (130g) + 9 palitos batatas fritas (105g)21km – só para alguns?
Gasto calórico aproximado: 1300Cal
1 Francesinha s/ovo e s/batatas (~600g)
1 dose de Esparguete à carbonara (~430g)
Parte do artigo do Correr por prazer
Myth
Cold or wet weather does not cause a cold, but nobody seems to want to accept this. The is common cold is caused by a virus. These viruses are everywhere and it is difficult to avoid them. When you are exposed to someone who has a cold, you are more likely to get ill yourself, so be careful about close contact and definitely wash your hands. Not getting enough sleep or eating poorly can also reduce your resistance to infection. Remember that antibiotics won’t fight your everyday cold. Antibiotics work only against bacteria. To take care of a cold, rest, eat well, and a little chicken soup couldn’t hurt.
Dr. Mark Leyner and Dr. Billy Goldberg autores de Why Do Men Have Nipples?
An entire world
Chain letter do baú
“Um amigo não é alguém que te manda «chain letters» para concretizar o sonho de ficar rico”.
Olá, o meu nome é Basmati Kasaar. Eu sofro de uma rara e mortífera doença, tenho péssimas notas na escola, sou extremamente virgem, tenho medo de ser raptado e executado por electrocussão anal e culpado de não ter continuado 50 biliões de «chain letters» recebidas por mim da parte de pessoas que realmente acreditam que, se as enviarem, permitem à pobre menina do Arkansas, de 6 anos, com o peito na parte de trás da cabeça, de juntar dinheiro suficiente para o remover, antes que os retrógrados dos pais a vendam a algum circo de atracções bizarras. Honestamente, você acredita que Bill Gates vai oferecer $1000 a cada um que envie o “seu” e-mail? Até que ponto vai a sua estupidez? Ooooh, olhe! Se eu for descendo esta página e fizer um desejo, vou conseguir levar para a cama todas as modelos da Playboy! Que grande balde de trampa!! Assim, basicamente, esta mensagem é um grande VAI-TE LIXAR para toda a gente aí fora que não tem mais nada que fazer do que envi
ar-me uma enorme quantidade de estúpidas «chain letters». Pode ser que os maléficos duendes das «chain letters» venham a minha casa e me sodomizem durante o sono por não continuar a cadeia começada por Tiberius no ano 5 A. C. e foi trazida para este país pelos árabes que ocuparam a Península Ibérica e que, se fosse continuada, entraria para Guinness como a mais longa e contínua mensagem de estupidez. Que se lixem!! Se vai enviar alguma coisa, ao menos que seja divertida. Já vi todas as “envie isto aos seus 50 melhores amigos” e toda a espalhafatosa desculpa de que um ser humano irá receber um escudo de algum omnisciente todo poderoso, se enviar aquela treta umas 90 vezes. Estou-me borrifando!! Mostre um bocadinho de inteligência e pense um pouco no que realmente está a contribuir enviando «chain letters». Na melhor das hipóteses, é a sua própria impopularidade.OS QUATRO TIPOS DE «CHAIN LETTERS»:
«Chain Letter» nº 1:
(desça a página)
Peça um desejo!!!
Não, a sério, peça um desejo!!!
Oh, por favor! Ele nunca irão nisso!!!
Peça outra coisa!!!
Isso não, sua mente pervertida!!!
Já está a ficar com o dedo cansado?
PARE!!!!
Qual é a graça? 🙂
Espero que tenha pedido um grande desejo…
Agora, para se sentir culpado, aqui está o que vou fazer. Antes de mais nada, se não enviar isto a 5096 pessoas nos próximos 5 segundos, será violado(a) por um bode louco e atirado(a) do topo de um edifício para uma pilha de entulho. É verdade! Porque ESTA carta não é como as outras falsas.
ESTA é a VERDADEIRA!!! É verdade!!!Veja como é: *Envie esta mensagem a 1 pessoa: Uma pessoa vai ficar lixada consigo por lhe ter enviado uma estúpida «chain letter». *Envie esta mensagem a 2-5 pessoas: 2-5 pessoas vão ficar lixadas consigo por lhes ter enviado uma estúpida «chain letter». *Envie esta mensagem a 5-10 pessoas: 5-10 pessoas vão ficar lixadas consigo por lhes ter enviado uma estúpida «chain etter», e podem formar uma conspiração contra a sua vida. *Envie esta mensagem a 10-20 pessoas: 10-20 pessoas vão ficar lixadas consigo por lhes ter enviado uma estúpida «chain letter» e, certamente, vão pôr uma bomba na sua casa. Obrigado!!!! Boa Sorte!!!
«Chain Letter» nº 2:
Olá, e obrigado por ler esta carta. Existe um rapazinho esfomeado em Baklaliviatatlaglooshen, sem braços, sem pernas, sem pais e sem cabras. A vida deste rapazinho pode ser salva, pois cada vez que você passar esta mensagem, um escudo será doado à “Fundação Rapazinho do Baklaliviatatlaglooshen, Esfomeado, Sem Braços, Sem Pernas, Sem Pais e Sem Cabras”. Ah, e não se esqueça, nós não temos maneira nenhuma de contar os e-mails enviados e isto é tudo uma grande banhada. Assim, vá em frente. Envie isto a 5 pessoas nos próximos 47 segundos. Devemos prevenir que, se por acidente, enviar a mensagem a 4 ou 6 pessoas, você morrerá instantaneamente. Mais uma vez, obrigado!!
«Chain Letter» nº 3:
Olá!! Esta carta existe desde 1897. É absolutamente incrível, porque nessa altura não existia e-mail e provavelmente também não havia tantos tristes com coisas melhores para fazer. Assim, isto funciona da seguinte maneira: Passe isto a 15.067 pessoas nos próximos 7 minutos ou algo horrível lhe vai acontecer, tal como: *História de Horror Bizarro #1: Alice caminhava pelo passeio vinda da escola, numa sexta-feira. Ela tinha recebido esta carta recentemente e ignorou-a. Tropeçou numa fenda do passeio, caiu no esgoto, foi sugada para o tubo principal cheio de trampa e saiu a voar sobre uma cascata nojenta. Não só ficou a cheirar horrivelmente como morreu. Isto Pode Acontecer Consigo!!! *História de Horror Bizarro #2: António, um rapaz de 13 anos, recebeu uma «chain letter» no seu e-mail e ignorou-a. Mais tarde, nesse dia, foi atropelado por um carro, conduzido pelo seu namorado (hei, certas pessoas dançam desta maneira). Ambos morreram e foram para o inferno e foram obri
gados a comer gatinhos adoráveis todos os dias até à eternidade. Lembre-se, você pode acabar como a Alice e o António. Basta enviar isto aos estúpidos dos seus amigos e tudo ficará bem.«Chain Letter» nº 4:
Se você se interessa, leia este poema que escrevi. Envie-o a todos os seus amigos. Amigos Um amigo é alguém sempre ao teu lado, Um amigo é alguém que gosta de ti, mesmo que cheires a merda, o teu hálito tresande a comida de gato, Um amigo é alguém que gosta de ti, mesmo que sejas feio como um chapéu cheio de calhaus, Um amigo é alguém que te limpa depois de te vomitares todo, Um amigo é alguém que fica ao teu lado toda a noite enquanto tu choras da tua triste, triste vida, Um amigo é alguém que finge que gosta de ti, mesmo que ache que merecias ser violado por um chimpanzé louco e depois atirado a cães viciosos, Um amigo não é alguém que te manda «chain letters» para concretizar o sonho de ficar rico. Agora passe isto em frente!! Se não o fizer, nunca mais terá sexo na vida!!
Qual o sentido disto tudo? Se receber «chain letters» que o(a) deixem mal disposto(a) ou com promessas de sorte e felicidade para o resto da vida, apague-as. Se são divertidas, envie-as. Não obrigue as pessoas a sentirem-se culpadas da vida um leproso no Botswana, sem dentes, que esteve atado a um elefante morto durante 27 anos, e cujo salvamento depende dos 5 escudos por carta que ele receberá se você continuar a cadeia, senão você acabará como a Alice. Certo?
História de uma vigarice
1. As Scut começaram mal e ameaçam acabar muito pior. Um Governo socialista idealizou-as como “as auto-estradas que se pagam a si próprias”. À época, muitos denunciaram a fantasia. Os socialistas, designadamente os ex-ministros João Cravinho e Jorge Coelho (nunca se esqueçam!), juravam que não: tudo estava planeado e as vozes que requeriam mais ponderação e cautela não passavam, dizia-se, de incertezas colocadas por quem não tinha imaginação para mais. Quando Guterres fugiu e nasceu o Governo de coligação PSD/CDS, fizeram-se finalmente as contas e percebeu-se a inevitabilidade das portagens como esforço de compensação para o negócio ruinoso para o Estado que os socialistas tinham engendrado.
Algum tempo depois, um outro Governo socialista chegou. Voltou a prometer a gratuitidade – muitos acreditaram e a vida das empresas e das pessoas daquelas regiões servidas pelas Scut foram-se compondo ao seu redor.
2. Depois, Sócrates fez o que mais o notabiliza: alegremente, pontapeou essa promessa eleitoral. Sem pestanejar, repetiu tudo aquilo que parte da Oposição dizia desde o início e afirmou a urgência das portagens.
Os consórcios privados cedo perceberam que o fluxo de trânsito iria diminuir após a introdução das portagens. De imediato, quiseram a renegociação da fórmula de pagamento que era baseada, precisamente, no número de viaturas que transitavam nessas vias. E, pasme-se, conseguiram todos os seus intentos – até os devem ter superado. Obedientemente, o Estado socialista renegociou o que as empresas queriam e como estas desejavam: a base da compensação às empresas (rentabilidade) passou a ser um conceito indeterminado, poeticamente denominado de “disponibilidade”. A partir desse funesto momento, o fluxo de veículos nas Scut era indiferente para os consórcios – estes, recebiam “rentabilidades” desmesuradas em qualquer situação.
3. O resultado foi desastroso. De acordo com uma auditoria preliminar do Tribunal de Contas (TC), realizada graças a uma réstia de vergonha que ainda consegue subsistir por aqueles lados e cujos resultados provisórios terão escapado para os jornais antes do tempo politicamente aprazado, os consórcios privados ficaram a ganhar (e o Estado a perder) 58 vezes mais com a renegociação do novo modelo de pagamento a pretexto da introdução das portagens. Se as notícias agora conhecidas se vierem a confirmar, a retribuição que o Estado terá de ofertar aos privados terá crescido 10 mil milhões de euros…
4. Quando as portagens surgiram, quiseram convencer-nos de que se tratava de um esforço imprescindível para ajudarmos o país a sair do buraco onde tinha sido enfiado pelos maus governos que nos têm assolado. Afinal, afundámo-nos ainda mais.
Já vi realizarem-se maus negócios mas nada que se assemelhasse a isto. Caso esta auditoria do TC seja autêntica, o desnível entre a inteligência dos privados e a gritante obtusidade dos negociadores do Governo é excessivo e suspeito: tudo indica que se trata de uma vigarice legal.
O processo das Scut revela que a incompetência deste Governo está muito para além da redenção. E constituirá um exercício de cidadania ficarmos atentos, nos próximos anos, aos destinos profissionais daqueles governantes, pretensos defensores do interesse comum, que participaram nesta marosca deplorável.
Sempre que os leitores passarem por debaixo de um dos pórticos e ouvirem o irritante sinal sonoro do identificador, quando descobrirem os débitos nas suas contas bancárias, lembrem-se de quem criou e prometeu aquelas estradas “sem custos para o utilizador”. Evoquem as promessas mil vezes repetidas pelos mesmos que as quebraram. Recordem os argumentos da necessidade do país nesta hora de aflição que nos foram impingidos quando nos fizeram pagar aquilo que tinham jurado ser gratuito. E recapitulem os números: o dinheiro dos nossos impostos, após as portagens, vai ser imolado 58 vezes mais dolorosamente do que antes.
Pois, como dizia o sempre presente ex-ministro Jorge Coelho, hoje do outro lado da ditosa barricada, “há pouca memória na política portuguesa”…
Opinião de Carlos Abreu Amorim no JN
Idade Média
Nas últimas semanas beatificamos um papa, casamos um príncipe, fizemos uma cruzada e matamos um mouro. Seja bem-vindo à Idade Média!
Não ouvi foi nenhum governante falar em:
. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados.
. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações,tudo à custa do pagode
. Acabar com os milhares de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e têm funcionários e administradores com 2º ou 3º emprego.
. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euros mês e que não servem para nada, antes acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc
. Redução drástica das Juntas de Freguesia.
. Acabar com o pagamento de 200 € por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 € nas Juntas de Freguesia
. Acabar com o Financiamento aos Partidos. Que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem para conseguirem verbas para as suas actividades
. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País.
. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias… para servir suas excelências, filhos e famílias, e até os filhos das amantes…. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos às escolas, ir ao mercado a compras, etc. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis…
. Acabar com os “subsídios” de habitação e deslocação a deputados eleitos por circulos fora de Lisboa… que sempre residiram na Capital e nunca tiveram qualquer habitação nos circulos eleitorais a que concorreram!
. Controlar os altos quadros “colocados” na Função Pública (pagos por nós…) que quase nunca estão no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total: HÁ QUADROS QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO OS DA COISA PÚBLICA…
. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder – há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCEPESCAMENTE PAGOS… pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder…
. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos e outros, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar..
. Acabar com as várias reformas, acumuladas, por pessoa, de entre o pessoal do Estado e de entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP, com os juros devidos!
. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e quejandos, onde quer que estejam e recuperar essas quantias para os cofres do Estado.
. E por aí fora… Recuperaremos depressa a nossa posição, sobretudo a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado .
. Quem pode explicar porque é que o Presidente da Assembleia da República tem, ao seu dispor, dois automóveis de serviço? Deve ser um para a “pasta” e outro para a “lancheira”!…Aqui vão algumas medidas importantes para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar.
Se todos vocês reencaminharem como eu faço, ao fim do dia seremos centenas de milhar a fazer abarrotar os olhos e os ouvidos dos senhores que nos governam e precisam de ajuda para saber onde cortar no orçamento do Estado
Todos os ”governantes” [a saber: os que se governam…] de Portugal falam em cortes das despesas, mas não dizem quais, e aumentos de impostos, a pagar pela malta
Acabou o recreio!
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