amigos

Ontem foi um dia que terminou sob o auspicio da e de velhas amizades. E regado a Number Ten no seu final como recordando algumas façanhas menos honrosas de grande apreciador de gin tónico.

O meu maninho veio fazer as suas férias de da sua grande aventura africana e junto com o meu colega da faculdade G., jantamos ao som do futebol. Uma francesinha típica da nossa cidade com o cenário da derrota do verdadeiramente glorioso frente ao Sporting que estimulou um ar de desilusão. Porém esse desaire em casa do adversário não foi o suficiente para ensombrar uma de reencontros e de por a em dia enquanto sorviamos as Sagres de lei.

Velhos amigos e veteranos de guerras académicas e afins recordamos episódios caricatos e memoráveis sentido a de uma juventude física que já não temos, mas sabemos que os nossos ossos não são o estigma do nosso envelhecimento. As nossas mentes são bem abertas e do à política mostramos a nossa abertura a jovens ideias e ideais. As questões existenciais, a paternidade, os de futuro polvilharam a conversa deste terno de jovens que se recordaram dos tempos idos com encanto e humor. Os ossos podem estar mais perros mas as mentes estão ainda afiadas. Pena que a se esfumou tão depressa.

Depois de alguma labuta, lá consegui reunir pelo menos um par de resistentes para ir ao cinema. Não se tratava propriamente de ir um filme, mas sim ir mais uma obra-prima geek do Peter Jackson que tem esmiuçado o universo de Tolkian como ninguém.

Desta vez o terceto não ficou desiludo, como de resto tem vindo a ser hábito, nos filmes de Jackson. Uma aventura e um deleite do imaginário do fantástico reproduzido com pormenores e detalhes que só a tecnologia moderna é capaz de reproduzir. Talvez os efeitos 3D sejam uma menos-valia que cansa os olhos, um produto para justificar não ter optado por um torrent.

Mas talvez o fosse só o pretexto para rever os . Uma espécie de reviver o passado, buscando algo em comum do passado semi-recente, recriado novamente para uma situação de conforto e auto-estima. Uma amizade que se proteja num de cada vez mais ausência de para conviver.