impostos

Em tempo de o descontentamento aumenta, assim como a pobreza e os impostos. Porém neste país a beira- plantado, parece que há sempre razões mais interessantes para serem alvo de preocupações. Podemos estar a beira da falência do estado mas é mais importante o debate do casamento gay, os vão subir e penalizar fortemente a classe média, mas o Papa Ratzinger veio ver a malta e todos contentes ficamos com as tolerâncias de ponto.

Parece patético, mas a pura é que a sociedade está doente, assim como a e e economia. Pior, parece que vivemos nos últimos dias do absolutismo francês logo antes da revolução francesa. Com a taxa de desemprego a atingir os 10%, a bancarrota à vista, conseguimos dotações para os partidos políticos (pagas pelos contribuintes) de 90 milhões de euros, e quando se vão fazer cortes radicais nas despesas operacionais dos hospitais, vai ser adaptado um salão na Assembleia da República que permite que os deputados possam fumar no valor de 300.000 euros. Mais vergonhoso ainda, vamos comprar dois fabulosos submarinos e construir uma linha de por um número ainda não determinado de dezenas de biliões de euros, mas temos que subir os para os bens alimentares, e sobre os salários penalizando os pobres mais directamente…

Muito semelhante ao pré Revolução Francesa. Acho que esta a precisar de umas guilhotinas.